Confiança

Até que ponto existe confiança??
Como uma pessoa pode se aproximar das outras e “acreditar” nelas em tão pouco tempo?
Amizade e confiança se adquirem com o tempo, não é algo que acontece de um dia para o outro. Alguns chamam de observação, outros chamam de feeling, outros de química. Eu prefiro observação e apuramento dos fatos.

Duvido de pessoas que se dizem muito amigos logo de começo. Meus verdadeiros amigos sabem quem são, e sabem que posso confiar neles e eles em mim. Ultimamente tem me aparecido muitas pessoas que porque já conversaram comigo acham que são meus amigos.
 
Só conversa comigo, são conhecidos.

Eu acredito, são amigos.

Confio e defendo, são parceiros.

Parceiros são como irmãos. Parceiros são aquelas pessoas que só de olharem pra sua fisionomia já sabem como você está. Agora tem gente que acha que já é seu amigo e fica tentando te adivinhar. Tentando te adivinhar porque não sabem o que está acontecendo e nem tem certeza se está tudo bem, mas dizem estar preocupadas sem nem saber que você jamais lhe dirá o que ocorre.

Acredito friamente que podemos ser encantados e até seduzidos (sem libidinagem) por “conhecidos”, mas temos que ter cautela pra que não haja equívocos. Pois não há nada pior que um conhecido que acha que é parceiro, ou que tem uma influência próxima disso. Pois pessoas assim podem destruir as pessoas, são como sanguessugas. Então muito cuidado em quem você confia, procure conhecer primeiro às pessoas pra ter certeza se são digna de sua confiança.

Você não me conhece, então não precisa confiar no que eu digo. Mas pode ter certeza de que o que eu digo aqui é o que eu diria a um PARCEIRO.

Onde está o Deus que tanta gente fala?


Ao ver essa tragédia ocorrida no Japão me fez repensar muitas coisas que sendo criado em família católica ouço desde pequeno.
Acredite em Deus, pois ele tem uma coisa boa pra você. Nesse momento esqueço os adultos e penso nas crianças que ficaram órfãs, nas que andam passando fome e necessidade nesse país que acabou de ser devastado.
Será que essas coisas aconteceram porque Japão não é um país católico?
Ou será que os japoneses não são boas pessoas?
Penso dessa forma porque todo religioso que eu conheço julga as outras pessoas dessa forma, quando digo todos são todos mesmo, tanto os que vão ás igrejas, os que vão a templos ou outro lugar que se reúnem para ter alguma experiência religiosa.
Mesmo nascendo em sendo criado em família católica eu questiono muito a religião, não as divindades, mas as religiões e as pessoas que as pregam.
Por que eu que não vou a nenhuma igreja sou uma "pessoa mundana" e o que vai a igreja e tem esconde dólares na cueca não é?
Eu sou errado só porque não vou a igrejas e não sigo normas "éticas" propostas por eles. Prefiro seguir com minha consciência limpa, sem prejudicar ninguém e manter uma conduta boa e trabalhando pra não me desvirtuar dos meus caminhos e seguir a boa índole que meus pais me deram desde pequenos. Índole essa que provém do bom caráter deles, coisa que não se aprende em religiões. Pois o padre que abusa das crianças e o pastor que desvia dinheiro deveriam seguir mais o que eles pregam ao invés de condenar as pessoas que discordam do que eles pensam.
Toda vez que penso em condutas éticas e segui-las com uma religião, me vem uma frase a cabeça que reproduz muito do que eu penso e sigo pra minha vida. É o trecho da música "O Vencedor" do Los Hermanos, que diz o seguinte:
"...Eu que já não sou assim
muito de ganhar,
junto as mãos ao meu redor
Faço o melhor que sou capaz
só pra viver em paz."

Observações

Começa a semana que antecede o carnaval.
Tudo parece ser como sempre foi todos os anos, nada pra assistir na TV, nada de bom pra fazer, aquele tédio de quem só curte o carnaval para poder ficar em casa, sem trabalhar ou estudar.
Mas derrepente surge um convite de viagem. Meio desacreditado, aceita.
Desacreditado porque mesmo sabendo que não existe tempo ruim com esse pessoal, não esperava mais que o normal.
É tudo meio complexo, mas quando se tem amigos de verdade você acredita que já os conhece plenamente eles te surpreendem. Sempre de forma positiva.
Em contato com essas pessoas você percebe que ainda vale a pena acreditar nas pessoas.
A cada conversa uma nova descoberta, um ganho maior de respeito e admiração.
Grandes confidentes, observadores por natureza e mais ainda EXCELENTES AMIGOS.
Poucos entendem ou sabem quem são, mas quem é e quem tem sabe o que eu estou falando.
Temos um grupo fechado muita gente gostaria de fazer parte dele, mas não é tão simples. Não necessariamente precisa estar sempre perto, ou então ser eleito. Precisa fazer uma coisa simples que é conquistar a confiança.

A fraqueza

"HOMEM NÃO CHORA
NEM POR DOR
NEM POR AMOR...

...MEU ROSTO VERMELHO E MOLHADO
É SÓ DOS OLHOS PRA FORA...

...LÁGRIMAS SÃO ÁGUA
CAEM DO MEU QUEIXO
E SECAM SEM TOCAR O CHÃO..."

Desde pequeno a gente cresce ouvindo que homem não chora. Com o tempo a gente vai incorporando isso, pelo menos a maioria de nós não fazem isso em público.
Refletindo em algumas coisas que aprendi com um pouco de observação, foi que com toda certeza o choro demonstra fraqueza. Não que a pessoa chore por que é fraca, mas que ao chorar ela se torna mais suscetível. Mais fácil á aproximação. Foi mais uma coisa que constatei no carnaval.
Já dizia e pensava que o sorriso também denota fraqueza. Mesmo um sorriso sincero significa que você aceita certas coisas que facilitam a aproximação. Essa aproximação é que pode gerar problemas, pois existem pessoas maldosas. Daí surge novamente à questão da confiança.
Muitas pessoas que me conhecem no trabalho não sabem como sou com meus amigos (pessoas que confio) e familiares.
Essa minha observação com o choro é muito simples de explicar, quem nunca se aproximou de uma criança por dó ao vê-la chorar??? #FATO
Ficou claro que ficamos mais suscetíveis. Existem coisas e atitudes que levamos pra vida adulta que não mudam, tem uma ligeira alteração, mas o princípio é o mesmo.
A questão do sorriso é a mesma. As pessoas preferem ficar próximas de quem está sorrindo ou de quem está sério???
Acredito puramente na frieza. Uma pessoa fria nem sempre é alguém sem sentimentos, mas sim alguém que prefere se proteger de ter certas decepções.


Ass: Um sujeito frio com um coração de ouro.

Grifo
Animal fabuloso cuja forma varia com o tempo, se bem que é facilmente reconhecível já que combina um corpo de leão com cabeça, peito, asas e garras de águia.
A cabeça pode ser de leão. As patas podem ser todas de leão ou todas de águia ou bem aparecer dois a dois.
É possível também que o corpo de felino apareça alado e seja menor, do tamanho de um lobo, e ocasionalmente pode ter a cauda de serpente.
Outras vezes se atribui corpo de leão, com cabeça e asas de águia, orelhas de cavalo e uma "cresta con aletas de pez".
Por outra parte, a postura do grifo não é uniforme: aparece ameaçador e rampante, como guardião de um trono real, como montaria de um deus ou, simplesmente, como um animal de presa. O mesmo se pode dizer a respeito de sua cor.
De todo o anterior se deduz que o grifo reúne em si os caracteres físicos dos dois animais mais poderosos da terra e do ar, o leão e a águia.
É regente do ar e também da terra.
 
SIMBOLISMO

Os antigos hebreus consideraram que o grifo representava a Pérsia e sua religião binária, o zoroastrismo, basicamente o grifo foi sempre -como tantos outros híbridos- uma figura guardiã.
Em Creta representou a valentia vigilante, e também o consideraram os antigos gregos, convencidos de que os grifos protegiam os tesouros de ouro em Escitia e Índia.
Para os romanos, foi o emblema de Apolo, o deus do sol, e esteve relacionado com Atena, deusa da sabedoria e com Nêmeses, deusa da vingança.
Com a chegada do cristianismo, o grifo se converteu na imagem de vingança e a perseguição e, já na época medieval, foi um dos pilares do simbolismo cristão, pois passou a simbolizar a natureza dual (humana e divina) de Cristo. Em qualquer caso, o grifo sempre manteve seu carácter guardião pois imagens suas em pedra (como  gárgulas) guardam freqüentemente os templos e palácios na arquitetura gótica da Baixa Idade Média.
Na realidade, toda esta enorme difusão do grifo parece deve-se a seu aspecto formal, elegante e vigoroso, no qual se presta a um papel emblemático e simbólico, antes que a uma fabulação mítica. Esta é quiçá a razão que explica o dilatado uso desta figura na heráldica, donde sempre tem representado a força e a vigilância.

Fonte: http://vilarealrugby.tripod.com/